Para minha querida Wal Sabino, que me acolheu sempre com muito carinho...
Ela ia sempre para uma casinha no alto da montanha,
lá aonde o vento faz a curva,
lá aonde bate um ventinho bom... uma brisa leve...
Gostava tanto de ir para lá,
que um dia foi de mala e cuia.
E gostou tanto,
que pensou que queria que ali fosse sua casa para sempre!
Fosse lá quanto tempo durasse o sempre...
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