Um dia, deixei de acreditar em milagres. Não que tenha ficado cética ou cínica demais para acreditar na mágica da vida. Apenas me dei conta de que as coisas são muito mais reais, mais sóbrias. Não que não haja magia por aí e, que vez ou outra ela de fato ocorra. Mas, viver esperando por ela, achando que ela pode estar em qualquer esquina, é algo muito cruel. Na maioria das vezes, os resultados de tal crença são catastróficos. É como estar em um carro em movimento, numa descida e, tirar o pé do freio, esperando que o carro não bata no muro ou que você não se espatife com o choque. Então, o melhor mesmo é saber que o muro existe e se desviar ou as vezes, meter o pé no freio mesmo. Temos muito a perder. E, não há como achar que há tantos milagres assim por aí. Se fosse assim, haveria muitos milionários, ganhadores da mega sena ou talvez, o câncer ou a Aids não existissem.
Portanto, o melhor mesmo é manter os pés na realidade. Não que devamos deixar de acreditar na magia ou na cura para a Aids, mas, devemos trabalhar com sonhos um pouco mais sóbrios e possíveis. Assim, aumentamos as chances deles se realizarem.
Deixemos então, os milagres ao acaso ou guardados nas caixinhas de surpresas boas que existem espalhadas pela vida!
Não é que milagres não aconteçam; só é muito cruel passar a vida esperando por eles. Pois eles são assim, podem acontecer a qualquer hora ou lugar, geralmente, quando menos se espera.
domingo, 29 de novembro de 2015
O dia em que o Facebook falou comigo
Num momento de desconcerto, desarranjo, desencontro, eis que me deparo com uma mensagem na rede social que dizia o seguinte: " Abra o primeiro livro que ver na frente na página 45. O que estiver escrito representa sua vida no momento."
Eu como já tinha o costume de abrir os livros aleatoriamente com o intuito mágico/premunitório ou só lúdico mesmo, aceitei a brincadeira.
Eis o que se apresentou...
" O impacto das recordações o pegou desprevenido. Ele não esquecera que aquilo tinha sido a sua primeira estação, a sua primeira chegada a uma cidade nova. Naturalmente ele não se esquecera daquilo. Mas não contara com a possibilidade de voltar para ali e de que tudo seria como se o tempo não tivesse passado."
A mensagem não poderia vir mais a calhar! Têm horas que parece mesmo que o universo está conversando com a gente. Quer dizer, ele conversa sempre, a gente é que as vezes não houve.
Eu como já tinha o costume de abrir os livros aleatoriamente com o intuito mágico/premunitório ou só lúdico mesmo, aceitei a brincadeira.
Eis o que se apresentou...
" O impacto das recordações o pegou desprevenido. Ele não esquecera que aquilo tinha sido a sua primeira estação, a sua primeira chegada a uma cidade nova. Naturalmente ele não se esquecera daquilo. Mas não contara com a possibilidade de voltar para ali e de que tudo seria como se o tempo não tivesse passado."
A mensagem não poderia vir mais a calhar! Têm horas que parece mesmo que o universo está conversando com a gente. Quer dizer, ele conversa sempre, a gente é que as vezes não houve.
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