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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Super Eu

Quem nunca teve vontade de ser super poderosa o tempo inteiro, infalível, perfeita?!
Você já pensou como seria bom passar por aquele "ex" que te esnobou, balançando os cabelos, com um salto quinze, sem tropeçar ou escorregar? E, é claro que o mesmo ficaria olhando e pensando: "Oh, não! O que eu perdi?!"
Ou então, como seria bom acordar todos os dias linda, perfeita como a "Gisele Bündchen"?
Ou ainda, simplesmente não ter fraquezas ou defeitos (ou no caso de tê-los, ser tão infinitamente superior ou indiferente a eles, que eles sumiriam).
O Super Eu é assim, é a Fênix que resurge das cinzas, renovada, poderosa e muito, muito melhor que a versão anterior; capaz de deixar todos boquiabertos e admirados.
Mas, será mesmo que precisamos ser Super Eu pra sermos felizes? Será que precisamos não ter defeitos ou não mostrá-los para nos sentirmos poderosas e sermos admiradas?
Um amigo uma vez me disse uma coisa linda, falando sobre uma moça que ele fora apaixonado: "Ah! Eu gostava dela justamente pelo seu jeitinho meio desengonçado".
Num é engraçado isso?! A gente fica buscando a perfeição, não mostrarmos nossa humanidade, mas, não tem jeito ela sempre aparece e, o mais interessante, pode ser que tenha alguém vendo e achando não ridículo, mas charmoso e apaixonante.
Ainda sim, na verdade, o que precisamos não é ser super nada... Mas sim, ser mais nós mesmas. Não é importante ser a melhor de todas, ser perfeita ou a Fênix que renasce é importante você se aceitar e gostar dos seus defeitos pois, eles são parte importante do todo, são o que na imperfeição, te fazem ser perfeita.

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