Uma cabeça que se abre, que se expande, nunca mais volta ao
tamanho inicial.
Quando se aprende algo, nunca mais se consegue enxergar as
coisas como antes, como se fosse uma espécie de lente que conduz o olhar e a
leitura de mundo.
Então tudo se torna tão óbvio, tão parte de você que parece
que nunca houve outra realidade, outro modo de enxergar as coisas. Parece que
aquela consciência já estava alí, já fazia parte de você e, só estava esperando
o momento certo de ser acessada, liberada.
Quando se aprende algo novo, quando um pensamento se refaz,
é uma espécie de dejavú, como se
aquela cena já tivesse acontecido antes. Você se pergunta se algum dia pensou
diferente e duvida que algum dia o fez e, ao olhar para traz, não acredita que
aquelas crenças não faziam parte de você antes.
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