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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

A pergunta que não quer calar

De onde surge o amor?
Será que surge da necessidade, da carência, da vontade de suprir aquela falta que parece oprimir o peito?
Ou seria a afeição que abriria espaço para que alguém entre?
Será que seriam as duas coisas juntas?
Ou seria a junção de uma séria de outras coisas?
Talvez seja a hora, o momento, a oportunidade, a vontade, todas juntas, colocadas sutilmente juntas como se fosse uma coincidência ou algo assim, em que cada detalhe se encontra para que a situação ocorra, dê certo. É aquela fração de segundos que te faz pegar o ônibus em que ele está ou aquela vontade súbita de ir a uma festa e conhecê-lo lá. É aquele detalhizinho que fez com que vocês se conhecessem ou aquela junção de uma série de detalhes que culminou no encontro, uma coisa quase côsmica.
São tantos fatores que se unem, como um alinhamento dos astros que nos faz pensar que deve ser impossível ou quase duas pessoas se apaixonarem, mas não é. Agora mesmo, neste instante, enquanto você lê este texto, tem um milhão desses encontros ocorrendo. Esses milagres acontecem a todo instante.

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